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O que é um bom negócio?

O que é bom negócio?
Aquele que consegue ter lucro.
Para ter um bom negócio é só isto?
Não, também é preciso ser aquele que consegue ter lucro e é rentável.
Para ter um bom negócio é um pouco complicado, mas se alcançar estes objetivos está feito o jogo?
Não, também é preciso ser aquele que consegue ter lucro, é rentável e busca constantemente a inovação.
Para ter um bom negócio depende somente do meu esforço?
Não, também é preciso ser aquele que consegue ter lucro, é rentável, busca constantemente a inovação e mantém seus empregados comprometidos com o negócio.
Para ter um bom negócio então é não ter medo de correr riscos?
Não, também é preciso ser aquele que consegue ter lucro, é rentável, busca constantemente a inovação, mantém seus empregados comprometidos com o negócio e reconhece seus limites financeiros e comerciais.
Para ter um bom negócio reconhecendo o potencial da minha empresa é o suficiente?
Não, também é preciso ser aquele que consegue ter lucro, é rentável, busca constantemente a inovação, mantém seus empregados comprometidos com o negócio, reconhece seus limites financeiros e comerciais e procura adequar a gestão às necessidades dos seus clientes.
Para ter um bom negócio é se manter competitivo a todo custo?
Não, também é preciso ser aquele que consegue ter lucro, é rentável, busca constantemente a inovação, mantém seus empregados comprometidos com o negócio, reconhece seus limites financeiros e comerciais, procura adequar a gestão às necessidades dos seus clientes e recompõem o capital de giro sem prejudicar do fluxo de caixa.
Para ter um bom negócio é compreender o que estão fazendo os concorrentes?
Não, também é preciso ser aquele que consegue ter lucro, é rentável, busca constantemente a inovação, mantém seus empregados comprometidos com o negócio, reconhece seus limites financeiros e comerciais, procura adequar a gestão às necessidades dos seus clientes, recompõem o capital de giro sem prejudicar do fluxo de caixa e calcula adequadamente o próprio índice de comercialização para formar os preços de venda.
Para ter um bom negócio é vender a qualquer custo?
Não, também é preciso ser aquele que consegue ter lucro, é rentável, busca constantemente a inovação, mantém seus empregados comprometidos com o negócio, reconhece seus limites financeiros e comerciais, procura adequar a gestão às necessidades dos seus clientes, recompõem o capital de giro sem prejudicar do fluxo de caixa, calcula adequadamente o próprio índice de comercialização para formar os preços de venda, pratica a precificação aproximando os produtos e serviços de seus clientes.
Para ter um bom negócio é manter o negócio do jeito que está hoje?
Não, também é preciso ser aquele que consegue ter lucro, é rentável, busca constantemente a inovação, mantém seus empregados comprometidos com o negócio, reconhece seus limites financeiros e comerciais, procura adequar a gestão às necessidades dos seus clientes, recompõem o capital de giro sem prejudicar do fluxo de caixa, calcula adequadamente o próprio índice de comercialização para formar os preços de venda, pratica a precificação aproximando os produtos e serviços de seus clientes e investe todos os dias na melhoria da competitividade do seu negócio.
Para ter um bom negócio é conseguir se manter vivo no mercado?
Não, também é preciso ser aquele que consegue ter lucro, é rentável, busca constantemente a inovação, mantém seus empregados comprometidos com o negócio, reconhece seus limites financeiros e comerciais, procura adequar a gestão às necessidades dos seus clientes, recompõem o capital de giro sem prejudicar do fluxo de caixa, calcula adequadamente o próprio índice de comercialização para formar os preços de venda, pratica a precificação aproximando os produtos e serviços de seus clientes, investe todos os dias na melhoria da competitividade do seu negócio e vai atrás do desenvolvimento e não somente da sobrevivência.

A pasmaceira do ensino, uma oportunidade de inovação nos negócios.

O aluno não quer mais aprender, não desta forma antiquada, que hoje é regra nas escolas, fica irritado e sonolento com a metodologia descompassada que lhe é imposta para assimilar o conhecimento necessário em relação às ansiedades da comunidade, apresentada diariamente de forma lenta e sem qualquer emoção, chata e com objetivos difusos, pelo menos esta é a visão deles.

Por parte dos professores, é melhor deixar assim, adequar ou ajustar significa mais trabalho, para uma carga de horário próxima da exaustão, afinal as salas de aula estão repletas de alunos mal educados, sem interesse, a não ser o do final do dia exaustivo de trabalho, pelo menos esta é a visão deles.

E qual é a visão do principal interessado, a do mercado?

Afinal será ele, esta rede de relações comerciais, que deverá ao longo do tempo absorver e manter os dois grupos, estudantes e mestres, ativos e aptos para sobreviverem?

As empresas que mais cedo ou mais tarde irão absorver esta mão-de-obra precisam de resultados satisfatórios, comerciais e financeiros, portanto, quanto melhor preparados forem os seus futuros empregados, maiores serão as possibilidades de retornos financeiros para todos.

Hoje, enquanto se debate a melhor forma de ensinar, longe da maioria das escolas, pois o status quo, ainda impera entre os nossos docentes, o trem do desenvolvimento segue sua viagem, deixando para trás um rastro de pessoas, que não conseguiram subir nos vagões, desiludidas e desinteressadas, porém as que encontraram seus assentos têm a possibilidade de serem protagonistas do espetáculo da inovação.

Mas esta pasmaceira no ensino, público e privado, abre um imenso leque de oportunidades para negócios com o ensino em todos os níveis, primeiro para a invasão de mão-de-obra especializada em qualquer coisa, oriunda do velho continente, devido à uma crise econômica reinante por lá, depois para as escolas particulares de vanguarda, que conseguem atender seus clientes, internos e externa.

O que sobra de verdade para ser realizado?

Muitas coisas, desde que se queira criar, através de ações práticas e de aproximação do ensino ao cotidiano deles, alunos e professores, condições para conduzir as informações necessárias ao desenvolvimento da cultura e do conhecimento teórico e prático de mercado, através de canais remotos e presenciais, que estimulem o interesse de todos os envolvidos na operação.

Ótimo, mas como atrair os dois públicos, que muitas vezes pensam e agem conforme o reflexo dos seus próprios interesses?

Simples, induzindo os participantes a seguirem por um único caminho inovador, para alcançarem dois objetivos centrais: a sobrevivência no mercado de trabalho e o providencial crescimento social e econômico de cada pessoa envolvida, docente ou discente.

A inovação é simples assim.

Toda a vez que alguém em algum lugar resolve colocar o verbo inovar no altar das necessidades vitais à sobrevivência do negócio, o desespero nas relações pessoais passa a ter o espaço que bem entender na organização, prejudicando os sempre tênues lampejos de liberdade criativa.

É importante lembrar aos desavisados, que as empresas não são guardiãs dos anseios democráticos dos seus funcionários, mas sim ambientes ditatoriais, regidos por regras definidas para atenderem os objetivos específicos dos seus gestores.

Mas, ainda mais triste que querer prever como e quando realizar a inovação é mantê-la afastada de todos, em alguma sala ultrassecreta, endeusada e afastada da realidade pulsante do mercado e da própria empresa.

Assim, o nascimento das inovações irá representar produtos, serviços ou processos, sem qualquer sentido com o negócio, ou simplesmente serão paliativos comerciais para continuar a vender os mesmos produtos ou serviços, enfeitados ou mascarados, para os mesmos clientes.

Certamente não será um, ou dezenas de certificados pendurados na parede que fará uma empresa mais ou menos inovadora, muito menos um amontoado de profissionais sem a liberdade da criação, ou diretrizes imperiais impostas por burocratas reunidos em alguma sala, sentados pomposamente em uma imensa mesa de madeira de lei, trocando comentários regados por centenas de cafezinhos, com o intuito de aumentar o lucro do negócio, esperando pelo cumprimento da ordem dada.

Para alcançar o objetivo de inovar, o exagero da liberdade de criar, sem um tempo mínimo ou máximo de execução, mas com o intuito constante de buscar por novas oportunidades junto às necessidades futuras dos clientes, sem medo de errar e colocar em risco a reputação da empresa.

Afinal, a inovação faz parte de todos os setores e mentes comprometidas da organização, não existe um dono, no máximo um curador da arte inovadora, que conduz as idéias para não haver retrabalhos e perdas desnecessárias de recursos humanos e financeiros.

A Fábrica de Necessidades Futuras e a Alma Inovadora.

– Inove até a sexta-feira desta semana!

Imagine uma pessoa receber esta incumbência, e se ele for um recém contratado, mas também pode ser um experiente funcionário, ou ainda, alguém altamente criativo e integrado aos produtos e serviços da empresa, e conhecedor das necessidades e desejos dos clientes.

De qualquer forma, esta é uma tarefa complicada e complexa, mas pode ser ainda mais angustiante, se outros colaboradores forem envolvidos, e a solicitação por uma idéia salvadora for a única chance de sobrevivência para a empresa no mercado.

A complexidade e a integração de inúmeras variáveis trazem à tona o medo de investir em um mico, isto por si só coopera para inviabilizar o desenvolvimento de um projeto de inovação, já no seu nascimento, seja pelo desconhecimento das expectativas de mercado, ou o alto custo, atrelado ao longo espaço de tempo entre as pesquisas indispensáveis de criação, até a comercialização da nova idéia.

Porém, se a empresa preparar, divulgar e investir na cultura da inovação estará ela advertida antecipadamente que existirão mais tentativas de acertar do que acertos, e que apostar uma grande quantidade de fichas de seus cacifes de recursos humanos e financeiros na Fábrica de Necessidades Futuras, poderá trazer mais ganhos do que perdas ao longo do tempo.

A construção desta interessante fábrica não dependerá somente dos alicerces, paredes, máquinas e equipamentos, mas principalmente do interesse individual em buscar incessantemente a diferença competitiva de mercado e do intenso trabalho em grupo, para transformar uma boa idéia em um produto ou serviço rentável e lucrativo.

Os alicerces da Fábrica de Necessidades Futuras são definidos pelos seguintes hábitos empresariais:

  • Disponibilidade de tempo para os colaboradores se dedicarem na elaboração de projetos de inovação.
  • Aceitar a probabilidade dos erros suplantarem os acertos nas tentativas de desenvolvimento de novos produtos, serviços ou processos organizacionais.
  • Análise do mercado consumidor, passado, atual e futuro.
  • Investir nos projetos definidos pela Fábrica, pois a chance de ser um sucesso ou um fiasco comercial é no mínimo igual.
  • Liberdade para todos exporem suas ideias, por mais ridículas que possam parecer.
  • Acompanhamento dos resultados comerciais e financeiros dos produtos e serviços comercializados.
  • Análise da satisfação interna.
  • Análise da satisfação dos clientes.
  • Disponibilidade das máquinas e equipamentos para o desenvolvimento de novos produtos e serviços.
  • Utilização de novas metodologias de produção e oferecimento de serviços.
  • Análise de produtos e serviços de concorrentes, de todos os portes, que possam ameaçar a empresa.
  • Manter ativa a alma inovadora, que é o desejo permanente das pessoas em encontrarem a melhor solução, produto, serviço ou processo de gestão, para atender a carência de um determinado grupo de consumidores.

Para que toda a organização consiga inovar, a alma inovadora precisa estar presente e ligada para realizar as diversas conexões das estruturas no corpo empresarial, e oferecer a sustentação e a diretriz das idéias na Fábrica de Necessidades Futuras.

A confusão administrativa – o gestor ignorante com iniciativa na sua empresa

A administração do empreendimento nas mãos de um ignorante com iniciativa é a mais perigosa arma que pode existir em qualquer empresa, suas ações inicialmente trarão o desapego às regras fundamentais, depois conduzirão os colaboradores ao mar das incertezas e logo após o caos estabelecido, o golpe fatal, o desaparecimento gradual dos clientes e a conseqüente marginalização do negócio.

Mas, a incompetência na gestão empresarial, antes da morte por definhamento, trás diversos novos e surpreendentes problemas, que se alastram pela organização, afetando desde as áreas estruturais da empresa, como a financeira, administrativa e a comercial, devido a indefinição dos produtos e serviços colocados à venda, que por efeito cascata atinge em cheio a área de logística, pois ela fica sem um planejamento de compras e de estoque, dificultando a reposição e manutenção dos principais itens e até mesmo o setor de marketing, que não encontra o respaldo necessário para consolidar as campanhas de publicidade e atrair os clientes.

Esta falha em reconhecer os limites e potenciais da empresa faz com que o negócio caminhe por vias torturantes, que eliminam as boas intenções e com elas as idéias inovadoras.

A resultante desta ignorância administrativa, a incompetência gerencial, consegue, em pouco tempo, destruir qualquer esperança da empresa obter um superávit de caixa e ancorado a esta dificuldade, quaisquer novos relacionamentos comerciais.

O conjunto destas ações ditatoriais, invariavelmente, somadas a planos equivocados de reestrutura capitaneados pelo gestor incapaz, além do pânico causado internamente, passa a visão de uma onda de terror aos clientes e fornecedores, dizimando com qualquer resquício de credibilidade da empresa no mercado.

Mas, felizmente, sempre existe a oportunidade de reverter à caminhada em direção ao abismo, para isto são necessárias ações sérias e comprometidas com o foco da empresa, que inicia pela escolha de pessoas criativas para os cargos de gestão, que tenham o preparo necessário para o desempenho do posto a ser assumido, e claro, a substituição imediata do gestor trapalhão.

Afinal, entender o funcionamento do negócio e suas relações com o mercado é o fator chave para o administrador conseguir manter e aumentar a competitividade da empresa em relação ao mercado.

Manter o negócio atraente e interessante para os colaboradores e clientes, exige, além da compreensão dos desejos dos consumidores, saber administrar as prerrogativas dos fornecedores e o comportamento dos concorrentes, em relação às atividades empresariais, que acontecem por detrás do balcão, não apenas as financeiras, mas também, as pessoais e comerciais.

A precificação e os tipos de preços de venda.

As empresas necessitam de formas alternativas para realizarem a precificação dos produtos e serviços, que atendam a necessidade de manter a competitividade do negócio no mercado e ainda considere as expectativas dos seus clientes em relação aos preços de venda praticados, sem que isto venha a prejudicar os resultados financeiros e comerciais da empresa.

As atuais metodologias de cálculo dos preços de venda não conseguem relacionar o momento comercial com o potencial e os limites financeiros do negócio, e assim, os índices de comercialização calculados ficam dependentes de apenas dois critérios, os matemáticos e os das pressões impostas à empresa pela necessidade sempre crescente de vender mais.

Com o objetivo de integrar no cálculo da formação dos preços de venda, além das usuais variáveis financeiras e comerciais, também o impacto causado pelas alterações dos índices nos resultados financeiros e mercadológicos, e as conseqüentes dificuldades operacionais, foram desenvolvidas 18 formas customizadas de preços de venda, que visam ajustar as necessidades e desejos da empresa e do mercado, às expectativas dos resultados do negócio, embasados em quatro critérios centrais, os custos, os concorrentes, os consumidores e os da empresa.

Assim, os preços de venda seguem as premissas indicadas em cada um dos conceitos escolhidos.

 

Para o critério dos custos são três tipos de preços de venda:

  1. Penetração: com o objetivo da comercialização de produtos e serviços que vão entrar ou reentrar no mercado, com a intenção de chamar a atenção dos consumidores, durante um determinado tempo.
  2. Predatório: que tem por função rivalizar com preços muito baixos com as empresas concorrentes que estiverem entrando com seus produtos e serviços no mesmo nicho de mercado.
  3. Dependente: tem por meta inserir um produto e serviço no mercado, novo ou para a redução dos níveis de estoque, com o seu preço de venda reduzido, juntamente com outros itens já reconhecidos, que apresentam uma margem de lucro satisfatória, e de demanda média mensal superior.

 

Para o critério dos concorrentes são quatro os tipos de preços de venda:

  1. Guerrilha: a idéia é a de oferecer um produto e serviço, com o preço de venda equivalente aos da concorrência, após a avaliação das necessidades de consumo do mercado, e alinhado com o posicionamento estratégico da empresa e também com os preços praticados pelos concorrentes, para se tornar um item igualmente atraente, em relação à concorrência.
  2. Mercado: tem o foco voltado para comercializar temporariamente, produtos e serviços, com os preços direcionados às expectativas dos consumidores, para acompanhar a média dos preços de venda praticados pela concorrência.
  3. Pacote: com a estratégia de fazer com que diversos produtos e serviços, juntos, atinjam a margem de lucro desejada pela empresa, sem distanciar dos preços praticados pela concorrência na soma dos itens que compõe o pacote.
  4. Perseguição: tem por função disponibilizar produtos e serviços, através de preços que persigam constantemente o preço mais baixo praticado pelos concorrentes, em um determinado segmento de mercado.

 

Para o critério dos consumidores são seis os tipos de preços de venda:

  1. Endêmico: tem por objetivo disponibilizar produtos e serviços, com preços atrativos, que visem conquistar os consumidores de uma determinada região de mercado.
  2. Epidêmico: com a idéia de disponibilizar produtos e serviços, com preços que visem atrair e conquistar clientes de várias regiões de mercado.
  3. Conquistador: tem a função de comercializar produtos e serviços, com preços para conquistar em definitivo um determinado grupo de clientes, selecionados pela área de marketing por representarem, de forma estratégica, o mercado de uma região comercial importante.
  4. Campeão: com a meta de comercializar produtos e serviços, com preços para atenderem as expectativas de um único cliente, que é considerado como o fazedor de opinião.
  5. Magnético: tem por proposta disponibilizar produtos e serviços, através de preços de venda que possam manter atraídos no consumo grupos previamente escolhidos de clientes já conquistados em ações anteriores, dentro de um determinado segmento de mercado.
  6. Sacoleira: com a idéia de comercializar produtos e serviços, através da comercialização porta a porta, com a política de preços de venda para atender as expectativas de clientes agrupados, muito próximos uns dos outros, localizados em uma empresa, rua, ou condomínio.

 

Para o critério da empresa são cinco os tipos de preços de venda:

  1. Livre: com a função de comercializar produtos e serviços, com preços de venda determinados livremente pela empresa, sem considerar os valores médios praticados pelo mercado, apenas visando atender a margem de lucro planejada pela empresa, para chegar aos resultados financeiros e mercadológicos previamente estabelecidos.
  2. Isca: tem por objetivo de comercializar produtos e serviços, com os preços de venda direcionados, considerando o mesmo gênero, para posicionar um item escolhido pela empresa entre eles, com o intuito de obter a melhor margem de lucro.
  3. Inflacionado: com a proposta de comercializar produtos e serviços, através de preços inflacionados, para possibilitar um possível desconto para o cliente, sem afetar a margem de lucro indicada.
  4. Defensivo: com a meta de comercializar produtos e serviços, com preços de venda que resguardem o ponto de equilíbrio da empresa.
  5. Momentâneo: com intuito de comercializar produtos e serviços, através de preços com a margem de lucro ideal para o negócio, por um determinado espaço de tempo mercadológico.

 

A escolha do preço de venda ideal para ser praticado, dependerá sempre de a empresa ter sob domínio as informações financeiras e mercadológicas do seu negócio, para que a escolha não venha a afetar negativamente os resultados planejados.

 

Os homens e o poder (quase) perdido nas empresas

O tempo investido e o esforço desprendido diariamente para sobreviver, e ainda, ser a cada dia mais competitivo no mercado, levaram os homens a se tornarem reféns das suas próprias conquistas nas empresas, abrindo um mar de oportunidades, por cansaço ou desinteresse, para as mulheres, que acompanharam a evolução e as realizações do sexo oposto, e no momento certo, assumiram o papel renegado por eles nas organizações.

Apesar do alerta ter soado há pelo menos uma década, a estratégia dos homens em seguir e perseguir uma carreira na empresa, desde o chão de fábrica até uma confortável sala na diretoria, passou a ser uma rotina para elas também, o que proporcionou uma luta mais acirrada por um lugar de destaque nas organizações.

Mas o que de fato aconteceu com o desempenho do homem na empresa?

No passado ele tomava a iniciativa em todas as questões empresariais, mas com o passar dos anos foi vencido pela angústia de fazer sempre melhor, o que prejudicou e viciou o raciocínio, antes rápido, motivador e conquistador das equipes gerenciadas por ele.

Durante muito tempo sua perspicácia permitia a prática do próprio desenvolvimento na organização, mas a constante necessidade de estar na crista da onda do mercado o afastou do objetivo de buscar o conhecimento no mercado e reciclar-se constantemente.

Para incorporar esta imagem de um ser alienado em declínio, a concorrência acirrada colocou em cheque a sua virtude de transparecer a integridade e a honestidade na organização, arrastando suas crenças para o lado negro das relações mercadológicas.

Mesmo quando restou apenas a disponibilidade dos recursos financeiros e operacionais para conduzir a equipe para resultados concretos, o dito sexo forte fazia disto o suficiente para atingir os objetivos propostos, criando frágeis mais suficientes pilares para ele permanecer por anos na direção da organização, apesar da progressiva ruína do espírito empreendedor, que lentamente foi apagando o imperativo para o sucesso na gestão empresarial, as ações práticas para a busca dos sonhos mais difíceis de serem alcançados e transformados em produtos e serviços de sucesso de vendas.

Na verdade, o status quo provocado pela cadeira do poder fez o homem pressupor sua perenidade nos postos de chefia e gerência das organizações. Assim, ajudar as outras pessoas a desenvolver-se passou de trampolim de desenvolvimento empresarial para o caminho mais provável de perder o cargo conquistado.

Portanto, inspirar e motivar os outros foram mais um elo quebrado da corrente gerencial, primeiro pelo claro risco da substituição e depois pelo desenvolvimento de uma visão turva, cúmplice em não realizar esta ação, por acreditar na sua insignificância, e com o passar do tempo, ele simplesmente decidiu em abandonar o plano profissional traçado no início da carreira profissional.

Como a construção de relacionamentos ficou para trás, em razão, em parte, das atitudes do cotidiano empresarial e também pelas falsas virtudes das inúmeras reuniões e horas extras realizadas ao longo do tempo, acabaram por depositar toda a fé na missão de colaborar e trabalhar em equipe para a criação de um personagem forte e destemido, que para a decepção de muitos se tornou um colaborador alienado na organização, incapaz de praticar a sinergia em grupo.

Como resultado desta marginalização gerencial, estabelecer metas desafiadoras ficou somente no quadro da parede e com o tempo deixou de ser importante para ele, afinal o resultado do mês em curso sempre foi o alvo principal, o restante era apenas parte do texto do ator coadjuvante nas atividades como gestor.

Nesta onda perigosa qualquer atitude para promover as mudanças necessárias o levaria certamente para locais desconhecidos, e quase sempre muito longe dos limites financeiros da organização, provocando a busca pelo “onde foi que errei”, e, portanto, começar tudo novamente.

Assim, quando a principal tarefa do dia estava centrada em solucionar os problemas e analisar as questões, a conseqüência lógica era intensificar a presteza em ações integradas extremamente automatizadas, até chegar ao ponto de tentar resolver novos problemas com o uso de velhas soluções, sem o tempo desejado para analisar os resultados, pois sempre o certo trazia à tona ações declaradas como errada que ainda estavam próximas da superfície.

É evidente que a dificuldade de se comunicar de forma poderosa e clara, foi em parte causada pela repetição sem um critério lógico, em outra pela falta de paciência, forçou a criação de uma nova rota, que o levou para um lugar mais próximo do fundo do poço, junto com toda a arrogância técnica acumulada.

As tentativas de conectar a sua equipe com o mundo exterior, sempre foram mais vistas como ações envoltas em mistério, sejam por desconhecimento de como fazer, ou ainda, pelo medo da abertura das portas da empresa para um mundo mais complexo e arriscado.

Para a salvação do homem restava a sua força empreendedora de saber como inovar, porém, se o tempo já era extremamente escasso para colocar nas prateleiras os atuais produtos e serviços sobravam apenas alguns instantes para ele reverter os atuais processos e implantar novas e rentáveis idéias.

Neste estágio, possuir experiência técnica e profissional já não fazia mais diferença, aquilo que o ajudou a alavancar a carreira na empresa, diluiu na mesma proporção da marginalização do negócio em relação ao mercado.

Apesar do cenário totalmente desfavorável ele ainda tem o poder de desenvolver uma nova perspectiva estratégica em relação à organização e fazer dele um gestor de sucesso, ao menos durante o tempo em que suas habilidades conseguirem suportar os conflitos das relações empresariais, conciliando a sua razão com as necessidades dos clientes.

O difícil momento de oferecer o desconto ao cliente.

Passada a tarefa de elaborar os custos e formar os preços de venda, o empresário enfrenta diariamente um momento ainda mais desafiador, quando e como oferecer aos clientes o desconto na compra de produtos e serviços.

Existe no nosso país um padrão de exigência do consumidor, o de ser agraciado com 10% de desconto sobre o produto comprado, apesar de no fundo ele saber que o preço quase sempre já está inflacionado, para embolsar esta suposta vantagem na compra.

Por outro lado o empresário aceita placidamente o padrão do desconto de 10%, sem procurar argumentar com o cliente, ou oferecer outras compensações pela compra, apenas cumpre o ritual, para não complicar ou dificultar as suas vendas.

O grave problema de seguir cegamente a onda do desconto padrão está na drástica redução da margem de lucro sobre o produto ou serviço, que pode afetar perigosamente os resultados financeiros da empresa, principalmente quando esta prática se alastra para todos os produtos ou serviços colocados à venda.

Por exemplo, uma margem de lucro de 15% sobre o produto ou serviço, se for oferecido ao consumidor o desconto padrão de 10%, esta margem cai para menos de 9%, são 6 pontos percentuais a menos.

Quando analisamos as conseqüências do vírus do ritual do desconto de 10% em uma economia estável, com uma inflação de 6,2% (IPCA de Janeiro 2012), pode causar na empresa, como o efeito cascata dos prejuízos mensais, obrigando o empresário a recompor o capital de giro através de adiantamento de recebíveis, como o do cartão de crédito, até inconseqüentes empréstimos tomados sem qualquer critério ou estudo.

Portanto, algum plano de ação precisa ser colocado em prática, para eliminar esta herança dos tempos da memória inflacionária.

Não que o desconto tenha que ser abolido da empresa, mas oferecido com critério, sem causar perdas significativas para nenhum dos dois lados.

Muitas ações podem cooperar com o negócio para mudar esta situação engessada do desconto padrão, oferecendo aos clientes novas formas de descontos, que necessariamente não impactem em ganho financeiro como, por exemplo:

  • Formar os preços de venda com base na precificação, ou seja, ajustado à realidade do mercado e às necessidades da empresa, evitando o leilão, entre a empresa e o cliente, patrocinado pela ignorância dos preços da concorrência.
  • Evidenciar os pontos fortes, em relação aos concorrentes, dos produtos ou serviços colocados à disposição do cliente.
  • Manter a empresa preparada para receber sempre da melhor forma o cliente, mantendo o ambiente propício à comercialização, como também o quadro de empregados direcionados para a satisfação do cliente, sem ultrapassar as regras e os limites comerciais e financeiros da empresa.
  • Estar sempre preparado em toda a infraestrutura empresarial, para conviver com as ações da concorrência, principalmente quanto ao canibalismo praticado em relação aos preços de venda.
  • Deixar de realizar a venda pelo método mais fácil, aquela com o desconto padrão oferecido automaticamente, junto com o maior prazo possível, procurar, sempre que possível praticar a comercialização, aceitar a pechincha, e não a venda simples sem diálogo e conquistas, para ambas as partes.
Imagine uma pessoa cobrando pelo desconto padrão na caixa de um Hipermercado, ela jamais irá conseguir êxito no seu pedido, mas certamente antes de realizar as compras a cliente escolheu a empresa que oferecesse os melhores preços, ou variedades de produtos.

Apesar de tudo o que foi relatado acima, a possibilidade de perder uma venda em virtude de não conceder o desconto padrão é o grande dilema de todos os empresários, mas conviver com o prejuízo também não atrai ninguém.

Você saberá vender para um adolescente de hoje, em 2014?

As mais diversas mídias e o próprio governo vendem aos empreendedores de plantão a Copa do Mundo de Futebol da FIFA, como uma poderosa geradora de novas oportunidades de negócios, e certamente será, porém, para que esta explosão comercial aconteça mesmo, além das inúmeras adequações na infraestrutura brasileira, também os empresários precisam estar preparados para se ajustarem às novas realidades que cercam as relações de consumo.

 

Puxe seu Tablet para mais perto.

Vamos conversar sobre o assunto.

 

Para lembrar a todos os desavisados os consumidores de 2014 são hoje, os nossos adolescentes, um público acostumado a conviver cercado por um emaranhado incontrolável de informações, formado na volatilidade das redes sociais, em outro momento na troca de conteúdo com a sua comunidade, algumas vezes na inserção de conhecimento gerado nas instituições de ensino, ou ainda recebendo a avalanche de apelos emocionais de consumo, que chega a eles através dos celulares e dos programas vinculados nos meios de comunicação tradicionais.

 

Atualmente convivemos com a extenuante encomenda de compreender a atribulada vida existente entre as enxurradas de informações provenientes dos monitores dos inúmeros modelos de equipamentos de informática e os olhares atentos dos seus jovens usuários, com os dedos de prontidão para interagirem com o mundo.

 

Neste segmento de mercado, como qualquer outro, existem os mais diversos aspectos conflitantes, porém este apresenta suas peculiaridades, pois, apesar de um nível de relação social superior às das gerações anteriores, os jovens usuários frenéticos dos computadores e seus aplicativos de integração, ficam por conveniência alienados às informações que não os afetam no dia a dia, como por exemplo, notícias econômicas, sociais, de segurança e da maior parte da comunidade em que os grupos estão inseridos, exceção aos que pertencem aos seus grupos de relacionamento virtual.

 

Para as empresas com interesse em vender seus produtos e serviços para este público é fundamental iniciarem um plano de ação para permanecerem sempre próximas do cotidiano dos seus clientes, para isso passa a ser vital seguir alguns procedimentos, por hora, básicos, mas podem se tornarem complexo ao longo da implantação, como:

  • Inserir a empresa nas redes sociais;

  • A área comercial estar apta para interagir com os interesses dos jovens através das redes sociais;

  • A gestão do negócio deve aprender a divulgar seus produtos e serviços para os diversos tipos de clientes, através das redes sociais e de outros meios na Internet;

  • A empresa precisa ter o cuidado de oferecer atrativos compatíveis com o ambiente dos mais variados nichos de mercado;

  • As diversas áreas da empresa e seus responsáveis necessitam compreender e praticar a adequação periódica dos produtos e serviços às novas realidades de consumo dos seus clientes, virtuais ou presenciais;

  • Rever os quatro “Ps de Marketing”, preço, produto, ponto de venda e promoção, devem ser encarados em 3 dimensões, no espaço físico da empresa, nas redes sociais e nas diversidades das comunidades de consumo desejadas;

  • Reposicionar os 5 “Ps da estratégia”, o planejamento (alterar rotas e rever conceitos), o pretexto (as táticas), o padrão (mutação constante dos fluxos de ações), a posição (tentar prever as necessidades do mercado), e a perspectiva (fazer com que todos na empresa compreendam o novo mercado).

A lista de procedimentos para a acomodação do negócio neste ambiente de consumo irá crescer continuamente, independente do desejo empresarial, assim, a gestão das empresas precisa extrapolar o ambiente conhecido e seguro, para ultrapassar as barreiras do comodismo, e se aventurar pelas redes sociais e suas infinitas relações sociais e comerciais.

 

Celular, o melhor amigo do homem.

Qual é hoje o melhor amigo do homem?
Se você pensou no cachorro, errou!
Os tipos de amizade estão mudando, agora um aparelho que todos carregam no bolso, na bolsa, ou nas mãos, contando hoje com mais de 205 milhões espalhados pelo Brasil, muitos até são utilizados para a comunicação, mas a maior parte do tempo os seus donos os utilizam como um centro de lazer e entretenimento, fazendo dele um verdadeiro amigo, quase inseparável.
Isso mesmo, o seu novo amigo é o celular, mesmo porque existem apenas 33 milhões de cachorros nos lares brasileiros, e outros 20 milhões vagando pelas ruas, segundo a associação brasileira de alimentos para animais, quantidade insuficiente para suprir a demanda por amigos no Brasil.
Na década de 90 o Tamagotchi, o bichinho virtual, fez muito sucesso entre as crianças e adolescentes, com o passar dos anos ele evolui muito tecnologicamente e se transformou, hoje em dia, no amigo virtual de crianças, adolescentes e também dos adultos.
Puxe uma cadeira.
Vamos conversar um pouco, eu, você e os nossos celulares.
Comece por observar, com mais atenção, uma cena bastante comum nas salas de espera de consultórios médicos e dentários, diversas pessoas sentadas conversando com seus amigos, digo, celulares, ficam ali por horas se for preciso, criando um espaço somente para eles, imersos em mundos reais quando ligam ou recebem ligações, ou imaginários por intermédio de conversas virtuais, jogos ou simplesmente o acesso a Internet.
Esta relação extrapola as salas de espera, e se multiplicam pelos mais diversos ambientes sociais dos seres humanos, portadores de telefones móveis, digo, amigos.
Não importa o modelo do celular, do simples ao mais sofisticado tecnologicamente, as pessoas simplesmente acessam aquilo que o amigo é capaz de fornecer, pode ser a simples visão da agenda telefônica, com nomes de amigos e parentes, isto já irá satisfazer a interação entre eles, até sofisticados aplicativos e jogos.
Neste novo relacionamento, se comparado à amizade com um animal de estimação, um cachorro, por exemplo, o celular leva grande vantagem, não faz xixi no tapete da sala, não come os pés dos móveis, apenas precisa ser plugado na energia elétrica para continuar a nos servir, sem depois de algum tempo abanar o rabo pedindo mais comida, ou energia.
O nosso novo companheiro, ou companheira, afinal ele, ela, pode assumir a personalidade feminina ou masculina, a escolha dependerá das convicções sexuais entre as partes, e, ainda, consegue assumir diversos papéis neste relacionamento, desde confidente amoroso, amante, até um comparsa em ações inconvenientes ou contra a lei mesmo.
Mas sempre será fiel, até o último watt de energia.
Quando surgir o momento de solidão, você o terá ali, substituindo o vazio por um sem números de atividades que podem ser disponibilizadas a qualquer momento.
Talvez, por isso, muitas pessoas andam com dois ou mais celulares, assim é possível criar um grupo de amigos, ou se existir o serviço no seu aparelho, acessá-los virtualmente.
Finalmente, e felizmente, nunca mais nos sentiremos sozinhos neste mundo.
Um abraço ao amigo celular!