Inovação com emoção.

Inovação com emoção!

Ofertar ao mercado algo inovador requer do empreendedor um aguçado sentido de compreensão do mercado, e se for acompanhado do poder conquistador da emoção, com todos os cinco ou seis sentidos sintonizados com a idéia de atender a demanda, o caminho do sucesso será mais fácil.

Assim, os envolvidos com o negócio, direta ou indiretamente, desde os clientes, até os empregados, em todos os níveis da organização, podem sentir o êxtase do privilégio de dispor em primeira mão de uma nova criação.

Como sintetiza a frase de uma criança mimada.

– Eu tenho, e você, ainda não!

O maior estímulo para a empresa fazer da inovação um objetivo a ser constantemente perseguido, é o de surpreender o mercado, sentir o orgulho de ter antecipado um real desejo dos consumidores, e se o lucro fizer parte desta história, com a inclusão do reconhecimento do universo empresarial referente à sua imagem inovadora, tudo ficará ainda mais emocionante.

Para chegar ao estágio de Empresa Inovadora, a organização certamente já deve ter passado pela fase de perceber a influência da pressão do meio ambiente, e das relações sociais, culturais e econômicas, que modificam e fazem oscilar os parâmetros de consumo dos produtos e serviços, e ainda provoca a adequação dos demais recursos que cercam a sua comercialização.

Esses argumentos deveriam incitar as empresas a reverem seus conceitos mercadológicos, quase que as obrigando a direcionar recursos ao desenvolvimento e manutenção do ambiente propício a criatividade entre os seus colaboradores.

Entretanto, a inovação sofre com corporativismo capitalista, onde poucos funcionários têm a exclusiva função de criar, e muitos obstinados, além de realizarem suas atividades diárias, também encontram um tempo para pensar, criar e desenvolver novos, atraentes e lucrativos produtos e serviços, colocando em risco seus empregos, apesar do provável lucro a ser obtido com suas inovações.

A realização desta tarefa, de adquirir conhecimento a cada nova forma de onda formada a partir da rede de conhecimento, e, depois transformar as idéias inovadoras em produtos e serviços igualmente novos e lucrativos, não depende apenas do envolvimento e conhecimento técnico dos funcionários, mas também da facilidade do acesso deles aos canais e filtros de informações geradas na empresa e fora dela.

Somente para lembrar, além da informação, do conhecimento e da vontade estimulada em promover a inovação, o fator tempo nem sempre joga a favor do seu time, para trazê-lo como reforço é preciso estar com um olho voltado para o desejo do cliente e outro para os limites da empresa e seus empregados, pois a emoção de hoje pode significar uma simples lembrança insensível amanhã.

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