O que é bom para o negócio?

Se você deseja conquistar o mercado é preciso reconhecer os limites e potenciais da sua empresa e também dos seus clientes.

Uma tarefa complexa, composta, por inúmeras variáveis presentes na empresa e infelizmente, muitas delas, fora dela.

Para vender mais é necessário ser competitivo, este primeiro objetivo é o início do árduo caminho da comercialização e da compreensão dos desejos dos clientes.

A formação dos preços de venda faz parte do conjunto de aspirações empresariais voltado ao atendimento, que parte no momento do contato com os fornecedores em direção aos limites impostos pelos consumidores, porém este caminho necessariamente passa por dentro da empresa, onde residem os custos fixos.

Puxe seu Netbook para mais perto.

Vamos conversar sobre este assunto.

Vamos nos dirigir ao centro das questões, o exercício da gestão empresarial.

Por um lado o representante dos clientes, o responsável pela área de vendas e do outro o proprietário, defensor incondicional da empresa.

Primeira fase do conflito:

Propostas para a redução dos custos.

– Atacar o excesso dos custos com a mão-de-obra, por um exemplo.

Cita o empresário.

– Não reduzir este custo nem pensar, não podemos nos arriscar na qualidade do atendimento.

Insiste o empregado.

– Então a conta do telefone, sempre crescendo.

Muito menos este, como entrar em contato com mais fornecedores e clientes, pode ser outro?

Assim, a lista seria apresentada e recusada diversas vezes, pelo simples motivo, tudo que existe na empresa é fundamental para conduzir o produto ou serviço até os consumidores e a empresa a obter lucro.

– Aumentar as vendas, esta é a solução!

Bate o martelo o dono da empresa.

– Pois é… Depende, se o faturamento crescer muito, os custos variáveis vão aumentar e não temos capital de giro para suportar este crescimento repentino. A não ser que se consiga vender 100% a vista e comprar com prazos ainda mais dilatados.

Salienta o responsável pela área financeira.

– Quem convidou este cara?

– Deixa pra lá, as coisas estão complicadas e mais complexas que quando éramos uma empresa de fundo de quintal. Ainda não sei direito qual decisão tomar.

Fala desanimado o sócio.

Mas os clientes não esperam por ninguém, eles continuam a comprar e os fornecedores a vender, e quem tem dificuldade em acompanhar as suas necessidades, fica para trás e ainda é jogado ás margens do mercado.

Para participar de uma competição, o mínimo necessário para os atletas é terem treinado muito todas as variações de possibilidades, e estarem preparados fisicamente e psicologicamente.

Esta afirmativa também é válida para os empreendedores.

One response to “O que é bom para o negócio?

  1. Neusa Maria Teixeira

    Comigo aconteceu o seguinte: Estava com muito serviço aí, achei melhor aumentar o preço um pouco… o resultado foi que perdi 90% dos clientes… se trocava figurinha antes, comecei a fechar em vermelho… comecei a usar o dinheiro do banco para as despezas e assim captar clientes novamente… e estou nessa até hoje… agora tenho muitas dividas com bancos, acabo trabalhando para pagar as dividas e me endividando cada vez mais…
    Sou um exemplo que não deve ser seguido, mas conheço muitos prestadores de serviços que estão na minha situação… agora estou tentando mudar a situação.

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