Os desafios da inovação.

No Brasil nestes últimos 10 anos a população cresceu 17% e a quantidade de empresas 103%, com isto a competitividade empresarial também aumentou de forma exponencial, o que obrigou aos empresários, interessados em se manter no mercado, inovar seus produtos e serviços, processos, as ações de marketing e também a própria organização, porém estas ações implodiram diversos conflitos de interesses na gestão das empresas.

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Vamos conversar sobre este assunto.

O aumento em investimentos com imobilizados, para possibilitar o desenvolvimento de inovações em produtos e serviços, acaba por prejudicar o resultado do negócio, pois afeta o lucro líquido do negócio.

A inovação normalmente obriga aumento nos preços de venda, que passam a ter dificuldade de penetração no mercado.

Os clientes passam a se interessar por novidades, se afastando das mesmices oferecidas.

Portanto, a adequação, entre a necessidade de inovar e a competitividade para melhorar os resultados da empresa, fica a cada dia mais complexa, pois inúmeras variáveis competem ao mesmo tempo, em níveis de influência diferentes e oscilantes, o que faz da gestão estratégica a única saída para o negócio manter o seu lucro intacto.

Qual a estratégia?

  • Manter o conhecimento sobre as necessidades e os desejos dos clientes atualizadas, e facilmente compreendidas pela organização, para rapidamente se transformarem em novos produtos ou serviços.
  • Reconhecer a obrigação de ter dinamismo em adequar os processos internos e as ações de marketing para a comercialização das inovações oferecidas ao mercado, como também dos produtos e serviços anteriormente vendidos.
  • Praticar a precificação, ou seja, buscar novos fornecedores, ou tornar os antigos parceiros, ajustar os custos operacionais e fixos à realidade do negócio e, ainda, acomodar as margens de lucro às propostas de modelos mais atraentes e lucrativos de comercialização.
  • Analisar constantemente os resultados comerciais e financeiros da empresa e moldá-los aos limites e potenciais do mercado e do negócio.

A competitividade depende da inovação, mas esta precisa levar a emoção aos clientes e também para dentro da empresa, assim poderá ser desenvolvido o verdadeiro diferencial competitivo de mercado.

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