Gestão estratégica de cinco anéis, para empresas de TIC.

Empresas que deveriam ter o total controle do seu negócio, com suporte das mais avançadas tecnologias da informação e comunicação, não conseguem saber o que tem para ser pago depois da manhã, muito menos quais são seus custos fixos, ou ainda o custo da hora-homem.

Diz o ditado: “Casa de ferreiro, espeto de plástico.” Somente para modernizar o provérbio, pois o problema é muito velho.

Puxe seu Notebook para mais perto, deixe seu Smartphone junto.

Vamos trocar informações sobre o assunto.

Cadastro de clientes e fluxo de caixa em planilhas eletrônicas, preços de venda dos serviços e produtos copiados da concorrência, atendimento ao cliente dentro do espírito do corpo de bombeiros, apagando o fogo mais crítico.

Não pode ser mais deste jeito.

– Basta!

O plano de ação será definido hoje, para a empresa iniciar os controles financeiros e administrativos, e definir um modelo de marketing e visual merchandising.

Vamos utilizar a Estratégia de Cinco Anéis de Miyamoto Musashi.

Musashi foi um samurai que durante os 37 anos da sua vida, esteve em inúmeras batalhas duelou com outros mestres, nunca perdeu uma luta, e aos 50 anos resolveu entender porque sempre levou a melhor sobre os seus desafiantes, escrevendo o Livro de Cinco Anéis. Morreu aos 61 anos, sozinho, em uma caverna das montanhas de Kyushu, no Japão, no ano de 1645.

Segue, abaixo, um condensado do Caminho da Estratégia, deste invencível samurai, com a finalidade de orientar o estrategista da empresa em sua empreitada.

  1. Terra – Caminho da Estratégia será facilmente encontrado quando o gestor utilizar de forma adequada as ferramentas da tecnologia da informação, como os limites e potenciais da empresa, através da elaboração dos custos, da formação dos preços e a precificação e da sincronia das informações para a correta análise dos resultados e conseqüente gestão do negócio.
  2. Água – Sentir o ambiente interno e externo, e observar a vantagem competitiva que inovadores produtos e serviços podem ter em relação aos oferecidos anteriormente e também os da concorrência.
  3. Fogo – Conhecer a prática dos processos operacionais e funcionais de cada um dos clientes, além dos da própria empresa, com o intuito de surpreender o mercado com inovações e metodologias mercadológicas que atendem os desejos dos clientes.
  4. Vento – Analisar periodicamente a atuação da Concorrência e seus reflexos sobre os seus possíveis e atuais clientes.

Vazio – Para que o coração da empresa consiga pulsar de maneira confiante é preciso encontrar novas oportunidades de negócios, que somente com o conhecimento técnico e das necessidades atuais e futuras dos seus clientes, poderão ser desenvolvidas e oferecidas de forma adequada ao mercado.

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