Os Ignorantes com Iniciativa X Os Inteligentes sem Iniciativa.

O que poderia ser menos desastroso para uma empresa ter um grupo de empregados ignorantes, mas com iniciativa, ou de inteligentes, porém sem iniciativa.

Arraste seu Notebook para mais perto.

Vamos trocar algumas idéias sobre este assunto.

Imagine a seguinte situação:

É preciso conquistar um novo mercado, com produtos e serviços diferenciados, porém com preços de venda acima da média da concorrência.

Qual grupo você escolheria para esta atividade?

Nenhum!

Impossível, existem somente existem estes dois grupos de empregados na empresa, portanto a única opção é escolher um deles.

Com muito medo das conseqüências, a primeira escolha recai sobre o grupo de Inteligentes sem Iniciativa.

Vamos tentar prever o que poderia acontecer.

Com certeza o diagnóstico do mercado será criterioso e detalhado, com isto a empresa saberá com exatidão quais produtos e serviços os consumidores necessitam ou desejam, além da qualidade e exatidão dos controles financeiros, que ajudarão em determinar os limites financeiros, como os custos, margens de lucro que determinarão os preços de venda, descontos, prazos de pagamento, dentre outros.

Mas se alguma sair errado, e for preciso alterar a gama de produtos a serem oferecidos, não será possível agir com rapidez necessária, e durante muito tempo as vendas acontecerão por inércia, até que o mix de produtos seja devidamente ajustado.

Sem uma ação corretiva o estoque crescerá, as vendas despencarão e o prejuízo será avassalador.

Pensando bem precisamos do grupo mais ágil.

A sobrevivência da empresa agora está com o grupo dos Ignorantes com Iniciativa.

O principal problema identificado foi o preço alto, em relação a concorrência, portanto os preços de venda serão reduzidos até o limite dos custos, assim ficamos com os preços menores que os dos concorrentes.

As vendas precisam aumentar, e o grupo decide, após análise do mercado, aumentar os prazos de venda e também os percentuais de descontos para as vendas a vista.

Os estoques começam a cair rapidamente, e conseqüentemente o faturamento aumenta na relação direta, porém a reposição dos produtos começa a ficar difícil, em razão da queda brusca do capital de giro próprio.

No primeiro momento, felicidade geral, o caixa se ajusta, mas logo no início do mês seguinte, o saldo negativo já aparece de forma assustadora no fluxo de caixa e a projeção é pior ainda para o final do bimestre.

Nova reunião do grupo, nova decisão, buscar recursos nos bancos, através de descontos de cheques e adiantamentos de recebíveis, como os de cartão de crédito.

A solução cria um saldo positivo de alguns dias, mas já é afetado pelos juros, e os resultados de caixa começam a ficar muito ruins.

Vamos chamar novamente o primeiro grupo.

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