Lucratividade empresarial e a competitividade.

A maioria dos empresários não calcula a lucratividade das suas empresas, apenas sentem as conseqüências dos resultados obtidos.

Puxe seu Notebook para mais perto.

Vamos conversar sobre o assunto.

Imagine fazer o trajeto de São Paulo para Ribeirão Preto, são aproximadamente 320 Km, sem saber a quantidade de combustível existente no automóvel, e apenas verificar a carteira quando passar pelo primeiro pedágio.

Para qualquer um esta seria uma viagem de alto risco, pois a chance de ficar pelo caminho sem combustível ou dinheiro é muito grande.

Mas muitos empresários administram suas empresas exatamente assim, sem saber com um mínimo de certeza as informações básicas necessárias para enfrentar o dia a dia empresarial.

Sem conhecer a posição de caixa atual e muito menos a futura, ou ainda o resultado operacional, ou seja, se existe lucro ou prejuízo na operação mensal do negócio, o empresário acaba colocando o seu negócio à beira do abismo da falência, e a cada mês que passa acaba por empurrar um pouco mais, e certamente chegará o dia da queda fatal.

Assim, como para uma viagem mais tranqüila e responsável, também para o negócio conhecer o saldo de caixa e a posição financeira, deixará a organização mais preparada para a competitividade diária, seja nas conquistas de novos clientes, como também na sua fidelização.

Para o gestor consciente e preparado para os desafios impostos pelo mercado, um dos parâmetros para administrar com responsabilidade a empresa é a lucratividade, porém esta informação somente é possível após 30 dias de controles financeiros, realizados de forma padronizada e com qualidade.

A ferramenta para calcular os lucros: operacional e líquido é o DRE – demonstrativo de resultados do exercício.

Para calcular o lucro líquido ou lucratividade do negócio, basta realizar a divisão entre o lucro líquido mensal e o faturamento bruto do mesmo mês.

Com esta informação o gestor poderá tomar diversas decisões, como:

  • Necessidade de aumentar o faturamento, para se afastar do ponto de equilíbrio (faturamento mínimo mensal para cobrir os custos).
  • Reduzir os custos fixos. Alguns itens podem ser ajustados à realidade da empresa, como: o pró-labore, salários, aluguel, despesas administrativas, propaganda, dentre outros.
  • Melhorar as compras, ou seja, reduzir os custos das mercadorias vendidas.
  • Recompor o pagamento de dívidas, para a redução dos valores de amortizações mensais.
  • Forma os preços de venda com a total segurança do índice de comercialização, isto é, acima do custo calculado.

Agir de posse de informações da própria empresa, sem apenas seguir cegamente os concorrentes, ou utilizar a sua percepção, pode fazer uma grande diferença nos resultados financeiros e mercadológicos da empresa.

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