A inovação lucrativa.

A inovação faz a diferença no mercado, tem ajudado as empresas a crescerem e obterem lucro, ao longo dos séculos, basta para isto, o mercado consumidor ter a necessidade, mesmo que futura, de adquirir o produto ou o serviço oferecido.

Puxe seu Netbook para mais perto.

Vamos conversar sobre os diferenciais competitivos da sua empresa.

Para muitos, o diálogo deixa de ter sentido neste instante.

– Não tenho a mínima idéia do que vem a ser diferencial competitivo, e sua relação com a inovação.

Vou explicar alguns parâmetros fundamentais, para continuarmos a conversa.

Começando pelo conceito simples e livre do diferencial competitivo:

É o produto ou serviço, oferecido ao cliente, que dificilmente será encontrado em outra empresa, e ainda consegue agregar valor à imagem da empresa.

Detalhe importante: o diferencial competitivo somente existe por meio de uma inovação, jamais um preço menor ou maior que o da concorrência, ou a qualidade de um produto ou serviço, deve ser relacionado como diferencial competitivo, ou mesmo o atendimento, estes itens fazem parte do rol de obrigações do empresário na sua relação com o consumidor.

– Mas o que é a inovação?

Quaisquer metodologias, processos, produtos e serviços, que desafiem a mesmice na relação entre a empresa e o consumidor, com a intenção de transformá-lo como um cliente constante e satisfeito.

– O que é a inovação lucrativa?

É surpreender o cliente, e em paralelo, a empresa alcançando a margem de lucro esperada para a inovação.

Simples assim!

Evidentemente que é necessário conhecer o resultado operacional, através do DRE – Demonstrativo de Resultados do Exercício, isto é, visualizar o lucro operacional e o lucro líquido da empresa, em um determinado período, normalmente mensal.

Outro pré-requisito é calcular o preço de venda das inovações, sejam elas alterações nos processos, aquisições de imobilizados, mão-de-obra especializada, ou mesmo os produtos e serviços.

O processo de cálculo dos custos da inovação compreende: o valor do conhecimento empregado no desenvolvimento, os custos diretos do produto ou serviço, os custos fixos (através de um percentual de absorção) e o frete (se for o caso).

No passo seguinte, na metodologia da formação do preço de venda, é preciso inserir os impostos, comissões de venda, e evidentemente a margem de lucro desejada.

O item inovador neste cálculo é o custo do conhecimento para desenvolver a inovação.

Como exemplo, para explicar o custo de desenvolvimento, imagine uma pessoa, responsável pela inovação, que durante 20 anos esteve nos bancos escolares e investiu durante todo este tempo, com estudos, livros, computadores, cursos, pós-graduações, etc., aproximadamente R$ 5,5 milhões (valor corrigido até completar 65 anos), assim, terá 99.264 horas de trabalho pela frente, entre os 25 até 65 anos de idade, chegando ao custo hora de R$56,00/h-H – desenvolvimento.

Portanto, se para desenvolver um produto, a pessoa despender 200 horas, o custo do conhecimento empregado será de R$ 11,2 mil (200h X R$ 56,00), que deverá ser inserido no custo de criação do um determinado produto.

De posse destas informações é possível conhecer o lucro a ser obtido com a inovação no mercado, onde outra variável entra no cálculo, a quantidade de venda mensal estimada, mas isto é assunto para um próximo artigo.

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