A restrição da informação analógica.

Qual a diversão em ligar um computador sem estar conectado na Internet?

Há vinte anos, o máximo era ter um computador, escrever um texto, preencher uma planilha, e para alguns afortunados ver e ouvir uma enciclopédia seria, na época, considerado o máximo em tecnologia da informação.

Puxe o seu Netbook para mais perto.

Vamos conversar sobre o assunto.

O tempo nos trouxe a outra realidade.

Ler um artigo, em uma revista ou em um jornal, parece nos privar das informações que orbitam sobre o assunto, o que para os dias de hoje é algo inaceitável, mas não é somente isto, também a impossibilidade de alternar entre diversos sites de notícias, que nos permitiriam consultar diversos parâmetros relativos a uma determinada informação.

O que podemos afirmar é que os responsáveis por esta rebeldia ao mundo analógico são a Internet e todas as demais tecnologias vinculadas a ela.

Revistas e jornais espalhados pelo mundo estão enfrentando dificuldades comerciais e financeiras, causada pela crescente facilidade do acesso às informações na web e o conseqüente desestímulo da leitura analógica convencional, em razão disto, as editoras, olham desanimadas a gradual e contínua queda das suas tiragens.

Para evitar a destruição que o tsunami digital pode causar, empresas do mundo inteiro perseguem alucinadamente a mesmas saídas, através de uma suposta inovação customizada, que os telefones celulares e visualizadores digitais desenvolveram para, simplesmente chegar, conquistar e atender as novas necessidades de consumo dos mercados digitais.

Mas, somente isto, ainda tem sido pouco para as pessoas, que desejam estar em contato permanente com conhecimento, sem restrições de consumo e por preços atraentes, se possível de graça.

A cada momento, fica mais evidente, que as antigas formas de divulgação do conhecimento nos proporcionam a restrição da informação, algo inaceitável para os consumidores do Século XXI.

O universo da informação está com a intenção de copiar o seu similar musical, aonde a Internet vem paulatinamente conseguindo erradicar os CDs musicais do mercado, oferecendo o seu produto de graça, ou quase isto, mostrando, portanto, que a força da conectividade não pode ser desconsiderada em hipótese nenhuma, principalmente quando se trata de informação.

Assim, a cada dia que passa, o universo analógico da informação fica mais marginalizado, empurrado pela pujança das inovações tecnológicas, que além de toda a sua riqueza e beleza, trás ancorada a ela, a Internet, uma Galáxia em forma de rede, que consegue absorver para dentro dela, todas as pessoas e empresas que se aproximam, atrás de oportunidades e de riquezas, muitas delas ainda nem imaginadas pelos cientistas e pesquisadores.

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