Atender a demanda futura, ganha um novo item prioritário.

O mercado brasileiro está recebendo investimentos externos de diversas empresas, com o interesse em aproveitar a estabilidade econômica e também o mercado consumidor em franco crescimento.

Puxe o seu Netbook para mais perto.

Vamos trocar informações.

Quando diversas empresas começam ao mesmo tempo a se expandir, além da utilização de recursos financeiros para investir em obras civis, compra de bens de capital, e outros imobilizados, que traz divisas para o país, também passam a buscar mão-de-obra especializada, na mesma proporção do crescimento.

Neste momento a coisa pega. A mão-de-obra começa a se tornar uma coisa rara, mesmo a de baixa especialização.

Contratar um pedreiro para uma obra na sua casa já se tornou um problema, e quando encontrada o valor do dia de trabalho já está influenciado pela lei de mercado de oferta e procura, ou seja, é alto, em relação ao ano passado.

O empreendedor, além de se preocupar com a viabilidade mercadológica e financeira, agora ganha mais uma inquietação, a contratação de empregados, que sejam inteligentes com iniciativa e fugir dos ignorantes com iniciativa, uma tarefa nada fácil.

Imagine que enquanto o empresário esteja desenvolvendo o seu plano estratégico de negócios, sem saber ainda se é viável ou não, já precisa disparar as contratações, antes que tenha as máquinas sem operadores.

Por um lado isto é muito bom, pois somente assim os gestores de novos empreendimentos irão capacitar os empregados antes da abertura da empresa ou da adequação do negócio. Mas por outro lado, os custos de mão-de-obra direta e indireta, sobem, com a contratação antecipada e provavelmente ociosa nos primeiros meses.

Para atender esta demanda futura, o plano estratégico de negócios ganha mais um componente prioritário, que até então podia ser tratado como apenas mais um parâmetro, agora, no entanto, a mão-de-obra entra para a categoria de ponto estratégico independente, pois a possibilidade de não haver a total disponibilidade de pessoas capacitadas quando da abertura da empresa, é uma questão a ser considerada no projeto.

Se uma determinada empresa poderia ao longo do tempo, conforme o seu crescimento, ir realizando mensalmente as contratações de pessoas, talvez quando o empreendimento necessitar aumentar o seu quadro de funcionários eles já não estejam mais disponíveis no mercado.

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