Os visualizadores digitais de livros vão entrar na sua vida.

Arraste o seu Netbook para mais perto.

Vamos trocar um pouco de conhecimento.

Existe por parte de muitas empresas a obsessão em criar um substituto digital para os livros. Para esta finalidade milhões de Dólares (ou Euros), estão sendo destinados a investimentos em pesquisa e desenvolvimento de novos componentes, telas e equipamentos de tecnologia da informação e comunicação.

A principal questão, para muitos entendidos, ou o pulo do gato, está na criação de uma tela que seja agradável aos olhos, ou para a leitura de longos trechos, sem prejudicar ou cansar o leitor, além é lógico, de toda uma parafernália de recursos, que ainda não sabíamos que era preciso para nossas vidas.

Atualmente o mercado dispõe de dois principais produtos, o iPAD da Apple e  Kindle da Amazon, que naturalmente estão aperfeiçoando diariamente seus visualizadores digitais.

Mas e o mercado que lê os livros, os clientes, estão interessados em deixar a criação de Gutemberg, de 560 anos atrás?

A resposta imediata para esta pergunta pode ser um sim de bate pronto, mas, pensando um pouco… Tudo que eu preciso e utilizo de conteúdo será digitalizado?

Para esta outra pergunta, somente o tempo terá a resposta.

Afinal o livro, como conhecemos, já ultrapassou a muitos anos a linha de obsolescência, ou não, ainda é útil e muito simples, fácil de transportar e de ser acessado, digo, de ser lido, basta ser alfabetizado.

Mas, por outro lado, os visualizadores digitais oferecem a praticidade de carregar milhares de livros em um único produto de 760 gramas.

Na realidade o que os dois fabricantes estão mexendo é com o status quo do mercado de livros, que a cinco séculos não sofre tamanho abalo, ou susto.

São milhões de empregos em jogo, que irá com certeza, afetar toda a cadeia produtiva e de fornecedores, desde as gráficas e editoras do mundo inteiro, até as livrarias.

Também o cotidiano do leitor será atingido, um ser estranho às suas bibliotecas, avassalador como um vírus epidêmico, do bem ou do mau, não se sabe ao certo, irá alterar o universo maravilhoso do conhecimento da humanidade, não no seu conteúdo, mas na sua forma de criação, distribuição e de consumo.

Mas os Notebooks e Netbooks estão disseminados aos milhões, e apesar de possibilitar o mesmo acesso aos livros digitais, até hoje não ofereceram qualquer tipo de abalo comercial ao mercado de livros.

Como estes novos produtos podem afetar comercialmente ou mesmo modificar o mercado editorial?

Provavelmente os Note e Net Books nunca se caracterizaram como substitutos, ou inimigos diretos dos livros analógicos, porém os visualizadores digitais – VD são oponentes declarados.

É bom lembrar que os Note e Net Books também correm risco com os visualizadores digitais, pois estão a um passo muito curto de serem substituídos, caso os visualizadores invadam com sucesso o mercado.

Talvez estes visualizadores possam ser no futuro, os responsáveis por uma nova era da democratização do acesso ao conhecimento, formando um Tsunami avassalador da distribuição de um vasto conteúdo cultural pelo planeta, muito além do que podemos imaginar nos dias de hoje.

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