Sobrevivência Empresarial

O empresariado brasileiro pode seguir duas correntes, a pessimista e a otimista, se escolher a primeira encontrará um caminho repleto de condições mercadológicas catastróficas, acumuladas há anos e que sempre parecem ultrapassar os limites do suportável, porém se seguir a segunda opção estará praticamente sozinho, entretanto irá conseguir enxergar oportunidades de negócios e inúmeras alternativas empresariais, somente visíveis para aqueles empreendedores que se arriscarem na estrada do otimismo.

Os empresários que acreditam fielmente nas notícias dos jornais, sem analisar a sua origem e propósito, são levados a viver acuados no mercado, assim como  os povos do Século XIV catequizados sobre a afirmação de que após o horizonte o mar terminava em uma gigante queda d´água, enquanto isto, com a certeza científica de que a Terra era redonda, algumas nações já se estruturavam para as grandes navegações, confiantes nas grandes conquistas de terras e riquezas.

Assim, quando os jornais informam que o faturamento médio mensal das pequenas empresas paulista está hoje inferior em relação ao ano de anterior, qual seria o entendimento de alguém que não conheça a economia estadual?

Simples, “A maioria das mais de um milhão de empresas paulistas quebraram ao longo dos anos, e restam agora pouco mais de dezenas de milhares de negócios que buscam desesperadamente sobrevir no mercado”.

Mas, todos sabem o real cenário do estado que está muito longe da agonia total.

Muitas empresas desapareceram durante 5 anos é verdade, mas uma quantidade no mínimo igual adentrou no mundo dos negócios neste mesmo período de tempo, procurando e achando o seu espaço.

As oportunidades de negócios sempre estão sendo renovadas para os empresários que buscam incessantemente a evolução da sua empresa, mas como conduzir uma organização empresarial às “terras férteis” do mercado consumidor em um mar revolto e repleto de “embarcações” desgovernadas ou mesmo à deriva?

Inicialmente o “capitão” precisa entender das alterações do mar em que navega e suas peculiaridades, depois, mas não menos importante, deve conhecer nos mínimos detalhes a sua embarcação, desde os aspectos estruturais até os seus limites e potenciais de velocidade e possibilidades de manobras.

Tradução para o empresário:

“O empreendedor precisa entender das oscilações do mercado em que está atuando, considerando suas necessidades atuais e futuras, deve, ainda, reconhecer nos mínimos detalhes o seu negócio, desde os aspectos organizacionais e os controles administrativos, até os seus limites financeiros e potenciais de comercialização, considerando seus produtos e serviços oferecidos aos consumidores.”

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