O que é um bom negócio?

O que é bom negócio?
Aquele que consegue ter lucro.
Para ter um bom negócio é só isto?
Não, também é preciso ser aquele que consegue ter lucro e é rentável.
Para ter um bom negócio é um pouco complicado, mas se alcançar estes objetivos está feito o jogo?
Não, também é preciso ser aquele que consegue ter lucro, é rentável e busca constantemente a inovação.
Para ter um bom negócio depende somente do meu esforço?
Não, também é preciso ser aquele que consegue ter lucro, é rentável, busca constantemente a inovação e mantém seus empregados comprometidos com o negócio.
Para ter um bom negócio então é não ter medo de correr riscos?
Não, também é preciso ser aquele que consegue ter lucro, é rentável, busca constantemente a inovação, mantém seus empregados comprometidos com o negócio e reconhece seus limites financeiros e comerciais.
Para ter um bom negócio reconhecendo o potencial da minha empresa é o suficiente?
Não, também é preciso ser aquele que consegue ter lucro, é rentável, busca constantemente a inovação, mantém seus empregados comprometidos com o negócio, reconhece seus limites financeiros e comerciais e procura adequar a gestão às necessidades dos seus clientes.
Para ter um bom negócio é se manter competitivo a todo custo?
Não, também é preciso ser aquele que consegue ter lucro, é rentável, busca constantemente a inovação, mantém seus empregados comprometidos com o negócio, reconhece seus limites financeiros e comerciais, procura adequar a gestão às necessidades dos seus clientes e recompõem o capital de giro sem prejudicar do fluxo de caixa.
Para ter um bom negócio é compreender o que estão fazendo os concorrentes?
Não, também é preciso ser aquele que consegue ter lucro, é rentável, busca constantemente a inovação, mantém seus empregados comprometidos com o negócio, reconhece seus limites financeiros e comerciais, procura adequar a gestão às necessidades dos seus clientes, recompõem o capital de giro sem prejudicar do fluxo de caixa e calcula adequadamente o próprio índice de comercialização para formar os preços de venda.
Para ter um bom negócio é vender a qualquer custo?
Não, também é preciso ser aquele que consegue ter lucro, é rentável, busca constantemente a inovação, mantém seus empregados comprometidos com o negócio, reconhece seus limites financeiros e comerciais, procura adequar a gestão às necessidades dos seus clientes, recompõem o capital de giro sem prejudicar do fluxo de caixa, calcula adequadamente o próprio índice de comercialização para formar os preços de venda, pratica a precificação aproximando os produtos e serviços de seus clientes.
Para ter um bom negócio é manter o negócio do jeito que está hoje?
Não, também é preciso ser aquele que consegue ter lucro, é rentável, busca constantemente a inovação, mantém seus empregados comprometidos com o negócio, reconhece seus limites financeiros e comerciais, procura adequar a gestão às necessidades dos seus clientes, recompõem o capital de giro sem prejudicar do fluxo de caixa, calcula adequadamente o próprio índice de comercialização para formar os preços de venda, pratica a precificação aproximando os produtos e serviços de seus clientes e investe todos os dias na melhoria da competitividade do seu negócio.
Para ter um bom negócio é conseguir se manter vivo no mercado?
Não, também é preciso ser aquele que consegue ter lucro, é rentável, busca constantemente a inovação, mantém seus empregados comprometidos com o negócio, reconhece seus limites financeiros e comerciais, procura adequar a gestão às necessidades dos seus clientes, recompõem o capital de giro sem prejudicar do fluxo de caixa, calcula adequadamente o próprio índice de comercialização para formar os preços de venda, pratica a precificação aproximando os produtos e serviços de seus clientes, investe todos os dias na melhoria da competitividade do seu negócio e vai atrás do desenvolvimento e não somente da sobrevivência.

A pasmaceira do ensino, uma oportunidade de inovação nos negócios.

O aluno não quer mais aprender, não desta forma antiquada, que hoje é regra nas escolas, fica irritado e sonolento com a metodologia descompassada que lhe é imposta para assimilar o conhecimento necessário em relação às ansiedades da comunidade, apresentada diariamente de forma lenta e sem qualquer emoção, chata e com objetivos difusos, pelo menos esta é a visão deles.

Por parte dos professores, é melhor deixar assim, adequar ou ajustar significa mais trabalho, para uma carga de horário próxima da exaustão, afinal as salas de aula estão repletas de alunos mal educados, sem interesse, a não ser o do final do dia exaustivo de trabalho, pelo menos esta é a visão deles.

E qual é a visão do principal interessado, a do mercado?

Afinal será ele, esta rede de relações comerciais, que deverá ao longo do tempo absorver e manter os dois grupos, estudantes e mestres, ativos e aptos para sobreviverem?

As empresas que mais cedo ou mais tarde irão absorver esta mão-de-obra precisam de resultados satisfatórios, comerciais e financeiros, portanto, quanto melhor preparados forem os seus futuros empregados, maiores serão as possibilidades de retornos financeiros para todos.

Hoje, enquanto se debate a melhor forma de ensinar, longe da maioria das escolas, pois o status quo, ainda impera entre os nossos docentes, o trem do desenvolvimento segue sua viagem, deixando para trás um rastro de pessoas, que não conseguiram subir nos vagões, desiludidas e desinteressadas, porém as que encontraram seus assentos têm a possibilidade de serem protagonistas do espetáculo da inovação.

Mas esta pasmaceira no ensino, público e privado, abre um imenso leque de oportunidades para negócios com o ensino em todos os níveis, primeiro para a invasão de mão-de-obra especializada em qualquer coisa, oriunda do velho continente, devido à uma crise econômica reinante por lá, depois para as escolas particulares de vanguarda, que conseguem atender seus clientes, internos e externa.

O que sobra de verdade para ser realizado?

Muitas coisas, desde que se queira criar, através de ações práticas e de aproximação do ensino ao cotidiano deles, alunos e professores, condições para conduzir as informações necessárias ao desenvolvimento da cultura e do conhecimento teórico e prático de mercado, através de canais remotos e presenciais, que estimulem o interesse de todos os envolvidos na operação.

Ótimo, mas como atrair os dois públicos, que muitas vezes pensam e agem conforme o reflexo dos seus próprios interesses?

Simples, induzindo os participantes a seguirem por um único caminho inovador, para alcançarem dois objetivos centrais: a sobrevivência no mercado de trabalho e o providencial crescimento social e econômico de cada pessoa envolvida, docente ou discente.

A inovação é simples assim.

Toda a vez que alguém em algum lugar resolve colocar o verbo inovar no altar das necessidades vitais à sobrevivência do negócio, o desespero nas relações pessoais passa a ter o espaço que bem entender na organização, prejudicando os sempre tênues lampejos de liberdade criativa.

É importante lembrar aos desavisados, que as empresas não são guardiãs dos anseios democráticos dos seus funcionários, mas sim ambientes ditatoriais, regidos por regras definidas para atenderem os objetivos específicos dos seus gestores.

Mas, ainda mais triste que querer prever como e quando realizar a inovação é mantê-la afastada de todos, em alguma sala ultrassecreta, endeusada e afastada da realidade pulsante do mercado e da própria empresa.

Assim, o nascimento das inovações irá representar produtos, serviços ou processos, sem qualquer sentido com o negócio, ou simplesmente serão paliativos comerciais para continuar a vender os mesmos produtos ou serviços, enfeitados ou mascarados, para os mesmos clientes.

Certamente não será um, ou dezenas de certificados pendurados na parede que fará uma empresa mais ou menos inovadora, muito menos um amontoado de profissionais sem a liberdade da criação, ou diretrizes imperiais impostas por burocratas reunidos em alguma sala, sentados pomposamente em uma imensa mesa de madeira de lei, trocando comentários regados por centenas de cafezinhos, com o intuito de aumentar o lucro do negócio, esperando pelo cumprimento da ordem dada.

Para alcançar o objetivo de inovar, o exagero da liberdade de criar, sem um tempo mínimo ou máximo de execução, mas com o intuito constante de buscar por novas oportunidades junto às necessidades futuras dos clientes, sem medo de errar e colocar em risco a reputação da empresa.

Afinal, a inovação faz parte de todos os setores e mentes comprometidas da organização, não existe um dono, no máximo um curador da arte inovadora, que conduz as idéias para não haver retrabalhos e perdas desnecessárias de recursos humanos e financeiros.

A Fábrica de Necessidades Futuras e a Alma Inovadora.

– Inove até a sexta-feira desta semana!

Imagine uma pessoa receber esta incumbência, e se ele for um recém contratado, mas também pode ser um experiente funcionário, ou ainda, alguém altamente criativo e integrado aos produtos e serviços da empresa, e conhecedor das necessidades e desejos dos clientes.

De qualquer forma, esta é uma tarefa complicada e complexa, mas pode ser ainda mais angustiante, se outros colaboradores forem envolvidos, e a solicitação por uma idéia salvadora for a única chance de sobrevivência para a empresa no mercado.

A complexidade e a integração de inúmeras variáveis trazem à tona o medo de investir em um mico, isto por si só coopera para inviabilizar o desenvolvimento de um projeto de inovação, já no seu nascimento, seja pelo desconhecimento das expectativas de mercado, ou o alto custo, atrelado ao longo espaço de tempo entre as pesquisas indispensáveis de criação, até a comercialização da nova idéia.

Porém, se a empresa preparar, divulgar e investir na cultura da inovação estará ela advertida antecipadamente que existirão mais tentativas de acertar do que acertos, e que apostar uma grande quantidade de fichas de seus cacifes de recursos humanos e financeiros na Fábrica de Necessidades Futuras, poderá trazer mais ganhos do que perdas ao longo do tempo.

A construção desta interessante fábrica não dependerá somente dos alicerces, paredes, máquinas e equipamentos, mas principalmente do interesse individual em buscar incessantemente a diferença competitiva de mercado e do intenso trabalho em grupo, para transformar uma boa idéia em um produto ou serviço rentável e lucrativo.

Os alicerces da Fábrica de Necessidades Futuras são definidos pelos seguintes hábitos empresariais:

  • Disponibilidade de tempo para os colaboradores se dedicarem na elaboração de projetos de inovação.
  • Aceitar a probabilidade dos erros suplantarem os acertos nas tentativas de desenvolvimento de novos produtos, serviços ou processos organizacionais.
  • Análise do mercado consumidor, passado, atual e futuro.
  • Investir nos projetos definidos pela Fábrica, pois a chance de ser um sucesso ou um fiasco comercial é no mínimo igual.
  • Liberdade para todos exporem suas ideias, por mais ridículas que possam parecer.
  • Acompanhamento dos resultados comerciais e financeiros dos produtos e serviços comercializados.
  • Análise da satisfação interna.
  • Análise da satisfação dos clientes.
  • Disponibilidade das máquinas e equipamentos para o desenvolvimento de novos produtos e serviços.
  • Utilização de novas metodologias de produção e oferecimento de serviços.
  • Análise de produtos e serviços de concorrentes, de todos os portes, que possam ameaçar a empresa.
  • Manter ativa a alma inovadora, que é o desejo permanente das pessoas em encontrarem a melhor solução, produto, serviço ou processo de gestão, para atender a carência de um determinado grupo de consumidores.

Para que toda a organização consiga inovar, a alma inovadora precisa estar presente e ligada para realizar as diversas conexões das estruturas no corpo empresarial, e oferecer a sustentação e a diretriz das idéias na Fábrica de Necessidades Futuras.

Sua empresa está realmente em desenvolvimento?

O seu empreendimento está no caminho certo para o desenvolvimento?

Ele atende aos quatro princípios básicos da gestão empresarial?

  1. Ter os recursos financeiros necessários para honrar os seus compromissos mensalmente;
  2. Oferecer, constantemente, produtos e serviços inovadores;
  3. Atender, nas relações comerciais, as expectativas e as diferentes necessidades dos clientes;
  4. Manter uma equipe de trabalho motivada e interessada em manter a empresa competitiva.

 

Administrar e alinhar à realidade do mercado a estas quatro situações requer do gestor o acompanhamento constante das oscilações e alternâncias do negócio, quanto ao comportamento dos consumidores, em relação à comercialização dos produtos e serviços.

 

Se por um lado o empresário precisa compreender os conceitos e as suas aplicações no mundo real, e ainda, realizar as análises financeiras, que começam na identificação da evolução do faturamento, depois na avaliação da lucratividade mensal, dependente da adequada elaboração dos custos e da formação dos preços de venda, embasada no mercado e nos limites da empresa e chega ao pleno domínio sobre a necessidade do capital de giro, e também da constatação da rentabilidade do negócio.

Por outro lado, conversar e guardar as informações geradas a partir do relacionamento com os clientes, através de ferramentas como o cadastro, o gerenciamento do atendimento, e realizar ainda o pós-venda, entre outras atividades, e também reconhecer os desejos e as necessidades dos clientes, é imprescindível para o sucesso das relações comerciais.

 

Para aproximar os dois lados, clientes e empresa, a organização deve manter sempre o melhor nível de comprometimento dos seus empregados com o negócio, e, evidentemente em direcionar os esforços para atingir os objetivos propostos e de desenvolvimento profissional, sem com isto, se descuidar da infraestrutura para manter a qualidade do atendimento.

 

Afinal, a evolução de um negócio depende de clientes, proprietários e funcionários, satisfeitos em todas as relações comerciais realizadas.

Portanto, o reconhecimento do desenvolvimento da sua empresa, está além de sucessivos aumentos dos faturamentos, de percentuais de lucro líquido em ascensão, ele também deve estar sustentado no sorriso de um cliente plenamente atendido e melhor ainda, com o desejo de voltar a adquirir seus produtos e serviços.

A confusão administrativa – o gestor ignorante com iniciativa na sua empresa

A administração do empreendimento nas mãos de um ignorante com iniciativa é a mais perigosa arma que pode existir em qualquer empresa, suas ações inicialmente trarão o desapego às regras fundamentais, depois conduzirão os colaboradores ao mar das incertezas e logo após o caos estabelecido, o golpe fatal, o desaparecimento gradual dos clientes e a conseqüente marginalização do negócio.

Mas, a incompetência na gestão empresarial, antes da morte por definhamento, trás diversos novos e surpreendentes problemas, que se alastram pela organização, afetando desde as áreas estruturais da empresa, como a financeira, administrativa e a comercial, devido a indefinição dos produtos e serviços colocados à venda, que por efeito cascata atinge em cheio a área de logística, pois ela fica sem um planejamento de compras e de estoque, dificultando a reposição e manutenção dos principais itens e até mesmo o setor de marketing, que não encontra o respaldo necessário para consolidar as campanhas de publicidade e atrair os clientes.

Esta falha em reconhecer os limites e potenciais da empresa faz com que o negócio caminhe por vias torturantes, que eliminam as boas intenções e com elas as idéias inovadoras.

A resultante desta ignorância administrativa, a incompetência gerencial, consegue, em pouco tempo, destruir qualquer esperança da empresa obter um superávit de caixa e ancorado a esta dificuldade, quaisquer novos relacionamentos comerciais.

O conjunto destas ações ditatoriais, invariavelmente, somadas a planos equivocados de reestrutura capitaneados pelo gestor incapaz, além do pânico causado internamente, passa a visão de uma onda de terror aos clientes e fornecedores, dizimando com qualquer resquício de credibilidade da empresa no mercado.

Mas, felizmente, sempre existe a oportunidade de reverter à caminhada em direção ao abismo, para isto são necessárias ações sérias e comprometidas com o foco da empresa, que inicia pela escolha de pessoas criativas para os cargos de gestão, que tenham o preparo necessário para o desempenho do posto a ser assumido, e claro, a substituição imediata do gestor trapalhão.

Afinal, entender o funcionamento do negócio e suas relações com o mercado é o fator chave para o administrador conseguir manter e aumentar a competitividade da empresa em relação ao mercado.

Manter o negócio atraente e interessante para os colaboradores e clientes, exige, além da compreensão dos desejos dos consumidores, saber administrar as prerrogativas dos fornecedores e o comportamento dos concorrentes, em relação às atividades empresariais, que acontecem por detrás do balcão, não apenas as financeiras, mas também, as pessoais e comerciais.

A precificação e os tipos de preços de venda.

As empresas necessitam de formas alternativas para realizarem a precificação dos produtos e serviços, que atendam a necessidade de manter a competitividade do negócio no mercado e ainda considere as expectativas dos seus clientes em relação aos preços de venda praticados, sem que isto venha a prejudicar os resultados financeiros e comerciais da empresa.

As atuais metodologias de cálculo dos preços de venda não conseguem relacionar o momento comercial com o potencial e os limites financeiros do negócio, e assim, os índices de comercialização calculados ficam dependentes de apenas dois critérios, os matemáticos e os das pressões impostas à empresa pela necessidade sempre crescente de vender mais.

Com o objetivo de integrar no cálculo da formação dos preços de venda, além das usuais variáveis financeiras e comerciais, também o impacto causado pelas alterações dos índices nos resultados financeiros e mercadológicos, e as conseqüentes dificuldades operacionais, foram desenvolvidas 18 formas customizadas de preços de venda, que visam ajustar as necessidades e desejos da empresa e do mercado, às expectativas dos resultados do negócio, embasados em quatro critérios centrais, os custos, os concorrentes, os consumidores e os da empresa.

Assim, os preços de venda seguem as premissas indicadas em cada um dos conceitos escolhidos.

 

Para o critério dos custos são três tipos de preços de venda:

  1. Penetração: com o objetivo da comercialização de produtos e serviços que vão entrar ou reentrar no mercado, com a intenção de chamar a atenção dos consumidores, durante um determinado tempo.
  2. Predatório: que tem por função rivalizar com preços muito baixos com as empresas concorrentes que estiverem entrando com seus produtos e serviços no mesmo nicho de mercado.
  3. Dependente: tem por meta inserir um produto e serviço no mercado, novo ou para a redução dos níveis de estoque, com o seu preço de venda reduzido, juntamente com outros itens já reconhecidos, que apresentam uma margem de lucro satisfatória, e de demanda média mensal superior.

 

Para o critério dos concorrentes são quatro os tipos de preços de venda:

  1. Guerrilha: a idéia é a de oferecer um produto e serviço, com o preço de venda equivalente aos da concorrência, após a avaliação das necessidades de consumo do mercado, e alinhado com o posicionamento estratégico da empresa e também com os preços praticados pelos concorrentes, para se tornar um item igualmente atraente, em relação à concorrência.
  2. Mercado: tem o foco voltado para comercializar temporariamente, produtos e serviços, com os preços direcionados às expectativas dos consumidores, para acompanhar a média dos preços de venda praticados pela concorrência.
  3. Pacote: com a estratégia de fazer com que diversos produtos e serviços, juntos, atinjam a margem de lucro desejada pela empresa, sem distanciar dos preços praticados pela concorrência na soma dos itens que compõe o pacote.
  4. Perseguição: tem por função disponibilizar produtos e serviços, através de preços que persigam constantemente o preço mais baixo praticado pelos concorrentes, em um determinado segmento de mercado.

 

Para o critério dos consumidores são seis os tipos de preços de venda:

  1. Endêmico: tem por objetivo disponibilizar produtos e serviços, com preços atrativos, que visem conquistar os consumidores de uma determinada região de mercado.
  2. Epidêmico: com a idéia de disponibilizar produtos e serviços, com preços que visem atrair e conquistar clientes de várias regiões de mercado.
  3. Conquistador: tem a função de comercializar produtos e serviços, com preços para conquistar em definitivo um determinado grupo de clientes, selecionados pela área de marketing por representarem, de forma estratégica, o mercado de uma região comercial importante.
  4. Campeão: com a meta de comercializar produtos e serviços, com preços para atenderem as expectativas de um único cliente, que é considerado como o fazedor de opinião.
  5. Magnético: tem por proposta disponibilizar produtos e serviços, através de preços de venda que possam manter atraídos no consumo grupos previamente escolhidos de clientes já conquistados em ações anteriores, dentro de um determinado segmento de mercado.
  6. Sacoleira: com a idéia de comercializar produtos e serviços, através da comercialização porta a porta, com a política de preços de venda para atender as expectativas de clientes agrupados, muito próximos uns dos outros, localizados em uma empresa, rua, ou condomínio.

 

Para o critério da empresa são cinco os tipos de preços de venda:

  1. Livre: com a função de comercializar produtos e serviços, com preços de venda determinados livremente pela empresa, sem considerar os valores médios praticados pelo mercado, apenas visando atender a margem de lucro planejada pela empresa, para chegar aos resultados financeiros e mercadológicos previamente estabelecidos.
  2. Isca: tem por objetivo de comercializar produtos e serviços, com os preços de venda direcionados, considerando o mesmo gênero, para posicionar um item escolhido pela empresa entre eles, com o intuito de obter a melhor margem de lucro.
  3. Inflacionado: com a proposta de comercializar produtos e serviços, através de preços inflacionados, para possibilitar um possível desconto para o cliente, sem afetar a margem de lucro indicada.
  4. Defensivo: com a meta de comercializar produtos e serviços, com preços de venda que resguardem o ponto de equilíbrio da empresa.
  5. Momentâneo: com intuito de comercializar produtos e serviços, através de preços com a margem de lucro ideal para o negócio, por um determinado espaço de tempo mercadológico.

 

A escolha do preço de venda ideal para ser praticado, dependerá sempre de a empresa ter sob domínio as informações financeiras e mercadológicas do seu negócio, para que a escolha não venha a afetar negativamente os resultados planejados.